Arquivado em la Categoría » Arte contemporanea «

segunda-feira, agosto 19th, 2013 | Author:

artista plástico  Rodolfo Monteiro

ARTE ACESSÍVEL.

Retratos bem humorados.
O artista Rodolfo Monteiro esbanja otimismo nos seus acrílicos sobre tela.

DESCOBRI O MOTIVO do sorriso enigmático da Monalisa” revela o artista plástico carioca Rodolfo Monteiro, 38 anos. “Ela tinha uma irmã, a Monacrespa, que tentava alisar os cabelos mas não conseguia. As duas foram ao ateliê do Leonardo (Da Vinci) e ele escolheu a primeira para retratar. Daí ela ficou com aquele sorrisinho de deboche. A Monacrespa, morrendo de ódio, procurou-me para que eu a pintasse”. Essa é apenas uma das histórias que Rodolfo inventa para todas as suas obras. “Na minha primeira exposição -que aconteceu em Niterói, RJ -, fiquei de longe observando a reação das pessoas. Todas riam dos nomes das telas”, lembra satisfeito.
Formado em Direito e pintor autodidada, Rodolfo nasceu em Três Rios, interior do Rio de Janeiro, e escolheu a capital para viver. Encantou-se pela pintura da noite para o dia. Um problema de saúde na família fez com que abandonasse a carreira de ator, onde atuava como humorista em teatro e televisão. Passada a fase de contratempos em casa, dois anos mais tarde, tentou retomar a carreira, mas encontrou dificuldades. Desiludido, decidiu fazer desenhos no computador, como brincadeira. No total foram dez.

Gostou do resultado, aprovado pela mãe, também artista plástica, e transferiu-os para telas com tinta acrílica. Logo o trabalho foi exposto. “Hoje descobri que deveria estar fazendo isso há mais tempo. Aqui não dependo de ninguém: sou o ator, o diretor e o produtor”, conta. E completa orgulhoso: “tenho até tela vendida na Alemanha”.
Hoje, Rodolfo abandonou o computador e faz seus rascunhos no papel. O lado divertido, contudo, está no sangue. Situações que vivência, mesmo quando sérias, são retratadas sob uma visão otimista e colorida. O tema é sempre figurativo. “Se fosse pintar a minha vida, também seria com muita cor e humor”, finaliza.

Compartilhe no:
  • Orkut
quinta-feira, novembro 10th, 2011 | Author:

Obras de Johann Moritz Rugendas

Membro da Expedição Langsdorff, que chegou ao país em 1821, o alemão Johann MoritZ Rugendas (1802-1858) destacou-se por seus trabalhos voltados à paisagem brasileira. Ele foi um dos primeiros artistas a retratar a floresta em óleos como o índio Flechando uma Onça. As cinco obras mais importantes dessa série estão em museus e coleções particulares da Europa.

Compartilhe no:
  • Orkut
terça-feira, novembro 08th, 2011 | Author:

Imagens de obras de arte famosas

Integrante do grupo de artistas que vieram ao país em 1637 com Maurício de Nassau, o holandês Albert Eckhout (1610-1665) retratou a flora, a fauna e os tipos humanos do país. Um de seus trabalhos mais célebres é a série de oito quadros pertencente ao acervo do Museu Nacional da Dinamarca que mostra, em tamanho natural, o negro, o mestiço e o índio. A tela A Mameluca é uma das mais reproduzidas do conjunto.

Compartilhe no:
  • Orkut
domingo, novembro 06th, 2011 | Author:

Nicolas Antoine Taunay obras

O olhar dos viajantes.
Conheça os pintores que vieram ao país era missões aventureiras e registraram as nossas primeiras imagens.
Entre os séculos XVI ò XIX. vários artistas europeus estiveram no Brasil retrataram em telas, desenhos, gravuras c aquarelas suas impressões sobre ò Novo Mundo. Além de. importante registro histórico, ms obras despertaram interesse na comunidade européia da época e hoje são tidas como relíquias. De tão expressivas, renderam um módulo exclusivo na mostra Brasil 500 Anos, cm 2000. Não bastasse iso uma exposição do holandês Albert Eckhòut será realizada no Recife e cm Brasília no segundo semestre deste ano e depois seguirá para São Paulo, em 2003. Neste niês; você conhece o trai.allios do alguns dos mais importantes viajantes que estiveram por aqui, como Frans Pòst, que pintou a primeira paisagem das Américas.
O francês NicolaS Antoine Taunay (1755-1830) chegou ao Brasil em 1816 com a Missão Francesa. Em menos de cinco anos produziu obras inspiradas na paisagem do Rio de Janeiro, como o Largo da Carioca. Cerca de vinte vistas brasileiras pertencem a colecionadores e museus do Brasil, da Europa e dos Estados Unidos.

Compartilhe no:
  • Orkut
sábado, fevereiro 19th, 2011 | Author:

Madeira entalhada

PORTAS ENTALHADAS, VERDADEIRAS OBRAS DE ARTE.
Para quem está procurando portas de madeira entalhada, especialmente mogno, a Puerta dei Sol cria uma série de peças com motivos ligados à arte latino-americana. Desenhadas pelo artista plástico An-gel San Martin, chileno radicado no Brasil desde 1977, e executadas pelo entalhador Arnaldo Mendes, as portas e painéis combinam funcionalidade e senso estético, revelando um trabalho original e de personalidade. Entre os temas mais constantes estão os mitos da cultura andina, florestas, animais, flores tropicais, entre outros.

Compartilhe no:
  • Orkut
quarta-feira, dezembro 01st, 2010 | Author:

Projetos arquitetonicos contemporaneos

Introdução feita, passemos à arte. Na primeira sala já se percebe que estamos num museu atípico: a escultura de chão de Walter de Maria, The Equal Area Series (1976/1977) com seus 25 pares de círculos e quadrados de aço ultrapolido é de tirar o fôlego; a perfeita geometria aliada à monumentalidade do espaço comove até os mais insensíveis. Numa gigantesca sala adjacente, as Sombras, de Andy Warhol (1978/1979), parecem confortáveis em sua nova casa. Uma única linha de telas que mede mais de 100 metros lineares de comprimento cobre as paredes de uma extre-midade a outra, rente ao chão, exatamente como Warhol as apresentou pela primeira vez para uma sessão de moda para a revista Interview. As 15 caixas de madeira (1976) do artista Donald Judd têm dimensões idênticas, mas são diferentes no formato, portanto únicas e partes de um todo ao mesmo tempo. Para apreciar essa instalação, é preciso caminhar pela seqüência de caixas e explorar as permutações de cada unidade. A série Monument para V. Tallin (1984/1981), de Dan Flavin, é belíssima: os tubos fluorescentes de Flavin formam uma parede em ziguezague e unem luz, pintura, escultura e arquitetura num momento de coerência perfeita.

Compartilhe no:
  • Orkut
terça-feira, novembro 30th, 2010 | Author:

Arte em Nova York

A viagem é, em si, um prazer: o trem que sai da Grand Central Station, em Nova York, vai alongando o rio. 0 visual muda com as estações. Construída em 1929 pela Nabisco, o elegante design em aço, concreto e vidro e o pé-direito alto com amplos espaços da fábrica são o environment ideal para a arte. A transformação de seus 80 mil metros quadrados em museu deve-se ao artista Robert Ir-win e custou USS 30 milhões. Como em todos os projetos Dia, a arquitetura ul-iramininialista tem como função servir a arte. As paredes brancas, o chão de madeira e as entradas para a luz natural, por cem clarabóias, caracterizam o espaço.

Compartilhe no:
  • Orkut
segunda-feira, novembro 29th, 2010 | Author:

Arte contemporânea

Fada madrinha da arte contemporânea.
Às margens do Rio Hudson abre-se um espaço de primorosa simplicidade e perfeição com uma prioridade: arte, arte, arte.
A ARTE MAIS ESPECIFICAMENTE A ARTE MINIMALISTA, PÒS-MINIMALISTA, conceituai, vídeo e earth, a arte radical e inovativa dos anos 60 – encontrou uma nova casa: o Dia:Beacon, a uma hora de Nova York, na pitoresca cidade de Beacon, às margens do Rio Hudson, numa antiga fábrica de pape! de quase 100 mil metros quadrados. A mais nova filial da Fundação Dia, foi desenhada e concebida no espírito e “filosofia” da venerada instituição: encomendar, realizar e manter permanentemente o trabalho de um seletíssimo grupo de artistas que figuram entre os maiores do século 20, entre eles Joseph Beuys, Dan Flavin, Donald Judd e Andy Warhol. Em poucas palavras, Dia:Beacon é um repositório de ícones, uma espécie de fada madrinha da arte conlemporânea. Mais veja Decorações.

Compartilhe no:
  • Orkut
segunda-feira, novembro 15th, 2010 | Author:

Design contemporâneo

“Detesto antigüidades-. É como Simâo Declara sua predileção pelo design contemporâneo. De órbita clean o cenario dosa o branco predominante com cores vivas como vermelho e laranja, presentes numa ou outra peça de destaque. O conforto e o calor da madeira também tem vez. Para o morador rir e o melhor remedio sempre; como resistir ao peixinho confinado no aquário apertado? Peças de design- de ótimo design marcam presença no décor.

Compartilhe no:
  • Orkut
quinta-feira, outubro 07th, 2010 | Author:

Museu de arte contemporanea

E em 1988 abre a Galeria Enrico Navarra, no número 75 da Rue du Faubourg Saint-Honoré, em frente do luxuosíssimo Hotel Bristol, fruto da amizade e colaboração da viúva de Marc Chagall, Ida. Aos bons resultados dos catálogos dessas exposições iriam se suceder as monografias de artistas que são sucesso garantido até hoje.
Em abril de 1995, a galeria se muda para o n” 16 do prestigiado imóvel do Grupo AXA – perto dos Champs-Élysées, na Avenue Matignon -, que propôs a Enrico Navarra abrir no local o seu universo de arte. Com a infra-estrutura de escritórios, espaço de edição de arte c galeria com mais de quatro metros de pé-direito e cinco vitrines para a mostra integral de obras de arte, seu mundo estava pronto.

Compartilhe no:
  • Orkut