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quarta-feira, maio 15th, 2013 | Author:

Amplos beirais protegem a varanda dos quartos; o uso do vidro na lateral e a adoção coordenada de esquadnas angulares sobre trilhos inovam a fachada.

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segunda-feira, maio 13th, 2013 | Author:

O jogo de coberturas, executadas com telhas de barro, os beirais e a própria madeira evocam a arquitetura japonesa. Até o volume da caixa-d’á-gua, isolada do corpo principal, ergue-se sobre uma torre de madeira, mais parecendo um moinho de vento. Fechamentos em vidro, isolados da estrutura, buscam a paisagem através da caixa da escada ou das laterais da casa, enquanto surgem janelas angulares e portas-balcão na fachada.

No térreo, o vão central é um túnel de luz a integrar o hall social com a escada à esquerda e a copa à direita; o serviço e a cozinha ladeiam a copa; uma escada em caracol une os dois pavimentos, facilitando a organização doméstica e garantindo privacidade aos demais espaços.

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quinta-feira, maio 09th, 2013 | Author:

Detalhes de acabamento sofisticam esta concepção, como o forro em madeira pau-marfim intercalado entre as vigas da cobertura da garagem e da entrada social.

Pinos de ferro apoiam o vigamento, protegendo-o da umidade, e comprovam a busca da perfeição através de soluções criativas, lembrando o uso de pilotis.
Um abrigo de carros em balanço e o fechamento da lateral em vidro na estrutura foram escolhidos para dar dinamismo ao conjunto.

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quinta-feira, abril 25th, 2013 | Author:

Assimetria imperando a idéia.
O caminho em miracema leva à garagem e à entrada social no lado direito.

Em chapa de metal dupla, as esquadrias são protegidas com tinta.

Pilares, vigas e lajes em concreto armado e fechamento em alvenaria de tijolos de concreto emassado estruturam a casa, que recebeu látex Suvinil branco. Detalhes como a chaminé, a lareira e a saliência do banheiro do casal, nas cores azul e amarelo, acentuam a volumetria.
A estrutura em ipê aparente é recoberta por telhas cerâmicas vitrifi-cadas azul-claras e envolvida pelo forro à vista, de madeira. No térreo, os ambientes possuem teto rebaixado em gesso.
A pedra são-tomé no piso proporciona aspecto rústico aos ambientes sociais. Para facilitar na manutenção e limpeza, o laminado texturizado cinza é empregado nas demais áreas, repetindo-se em versão branca nas paredes das áreas molhadas. No banheiro da suíte do casal, optou-se pelas pastilhas em cor clara.

O sinuoso volume pintado de azul, abrigando o banheiro do casal, dá movimento à fachada.

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quarta-feira, dezembro 05th, 2012 | Author:

Cheia de sol, rodeada de baldios, vinhas e pântanos, Montpellier é uma cidade intelectual desde o século XII. Com as suas pracetas, fontanários e ruelas, ela respira a arte de viver de uma cidade mediterrânica. Hoje em dia, Montpellier afirma também a sua vocação como cidade tecnopolita européia pronta a entrar no terceiro milênio. Montpelliertem mil anos. Secreta e monumental, prestigiosa e verde, com as suas raízes ancestrais e dinâmica, esta cidade tem também mil rostos. Querem-na secreta e confidencial? Então basta percorrerem ao acaso as ruelas estreitas bordejadas de fachadas magnificamente restauradas. Levantem bem o nariz e não se arrependarão! Porém, Montpellierfoi igualmente concebida para viver aoar livre e mostra a sua efervescência através de uma grande animação nos terraços dos seus inúmeros cafés. Sentem-se sem pressas, mas não se esqueçam de fazer uma paragem na praça Chabaneau para apreciar a fachada clássica do Hotel de Ganges. Depois, descubram na rua de Ia Barralerie um edifício excepcional do séc. XII: le Mikvé (banho ritual judeu da Idade Média).

MONTPELLIER, CIDADE DO AMANHÃ.
Montpellier é também uma cidade aberta. Estamos a falar da parte, cujo acesso é feito pelos baldios e que, desde a sua criação em 985, é uma plataforma cosmopolita. Cidade comerciante, depois cidade universitária, Montpellier expandiu-seetornou-seo marco europeu daciência médica. Testemunho desta magnificência: o teatro anatômico da praça Saint-Côme. Se, a maior parte das igrejas medievais foram destruídas durante as guerras religiosas, a cidade, soube, no entanto, conservar um patrimônio urbano dos sécs. XVII e XVIII de qualidade através de uma centena de mansões de luxo. 0 jardim florido e as estátuas em pedra do Hotel Rodez de Bénavent valem bem uma paragem, assim como uma visita ao pátio do hotel de Mírman. Esta época dourada impulsionou a cidade até ao séc. XIX que entretanto viu erguerem-se imóveis extravagantes de espírito haussmaniano ao longo da Avenida Foch e de um teatro, verdadeira réplica da Opera Garnier.

O JARDIM.
Montpellier seduz também o visitante pela sua verdura presente um pouco por todo o lado. Foi em 1563 que deve ter nascido o primeiro grande jardim de Montpellier e que iria servir de jardim botânico para apoio aos estudantes da celebérrima faculdade de medicina de Montpellier. Quão agradável é passearmo-nos lentamente nas cercas tropicais cheias de aromas raros ou por entre a desordem do jardim inglês! Um século mais tarde, a ornamentação do passeio de Peyrou ofereceu o primeiro espaço verde público à cidade. Deve-se entáo admirar de muito perto o aqueduto pela sua série de esculturas originais inspiradas nos temas marítimos antigos. Na mesma época, foram desenhados na periferia de soberbos jardins à francesa pequenos castelos elegantes e foram do comum, tal como o castelo de Flaugergue. Porfim, a praça de Ia Canourgue, ornamentada no século XIX rompe com o rigor do jardim clássico.

NOME DE CARTAZ.
Perpetuando as tradições culturais criadas por gerações e gerações de estudantes, podem assistir durante todo o ano a espectáculos de renome internacional: o pano ainda mal acabou de cair no Printemps des Comédiens já Montpellier Danse se inicia. Depois vem o Festival do Filme Mediterrânico enquanto que os Trois Grâces da praça de Ia Comédie cobrem com olhar a Comédie du Vin que, uma vez por ano, reúne todos os viticultores da região. Na Comédie du Livre, numerosos escritores dão autógrafos e fazem olançamento das suas obras. A não perder.

UMA NOVA DIMENSÃO.
0 seu passado rico deu-lhe possibilidades de olhar serenamente o futura e Montpellier é hoje uma cidade do terceiro milênio, afirmando a sua vocação original de eurocidade e de tecnopolita e tornamdo-se um local de encontro para investigadores, engenheiros e emrpesários. Este desenvolvimento é acompanhado por uma arquitectura futurista que deu origem ao Corum e ao bairro Antigone. O projecto deste último foi confiado ao arquitecto Ricardo Bofill. Aqui misturam-se harmoniosamente aparamentos, escritórios e lojas ritmados por balaustradas, pilastras e cornijas. Em suma, um conjunto néo-clássico que dá uma nova dimensão à cidade que já tem os olhos postos no futuro: com a criação do Port Marianne, em breve os barcos de recreio poderão ancorar em Montpellier, criando um elo directo com o Mediterrânico. Um sonho de mil anos tornado realidade.

FILHO DO MAR.
Fazer objectos com os materiais pouco caros, simpáticos e simples. É esta a palavra de ordem de françois Ligouri. Nascido em Sete, ele inspira-se entre os petroleiros e as traineiras. Há seis anos pois que François cria linhas de mobiliário e de acessórios de decoração conjugando o ferro, a verga, o vidro e a cerâmica. Criações perfeitas e originais fáceis de integrar em qualquer interior. Pescatore, Sete.

FAIANÇAS.
«A origem das faianças de Montpellier são os potes de farmácia», explicam Henri Siffre e Pierre Artus, os únicos a
perpetuarem a tradição artesanal de Montpellier. Permanecendo fiéis ao espírito das decorações florais dos sécs. XVII e XVIII, eles aceitam também encomendas contemporâneas. Poterie-Faiancerie, Montpellier

RECORTAR NO CARTÃO.
Espantoso percurso de Yvan Farrusseng, talhante de pedra há 25 anos. «Um belo dia comprei cartão e uma semana depois criei o meu primeiro cadeirão». Cada móvel é composto de várias espessuras de cartão (54 para uma cadeira) coladas e prensadas, tudo consolidado por contraplacado. Exporta metade da sua produção e transborda de projectos a recortar no cartão. Intérieur Carton, Saint-Géniès-des-Mourgues.

PRENDER O VENTO.
Jean-Philippe Hardy é um ferreiro de talento bem conhecido na região pela realização de anúncios, verdadeiras pequenas obras de arte. Erguendo o seu talento nos telhados do Languedoc, ele cria cataventos personalizados e cheios de humor.
Jean-Philippe Hardy, Viols-le-Fort.

CRAVOS NO FEMININO.
Martine Argelliès vive num outro mundo, o do séc. XVIII. Criadora de instrumentos musicais e cravos, ela realiza com infinita paixão os seus instrumentos em madeira de pereira, nogueira ou ébano. Depois, a sua mãe, Madeleine Argelliès, encarrega-se de os pintar segundo gravuras encontradas em obras antigas. «Cada instrumento é fabricado por encomenda e é uma peça única», precisa Martine.
Martine Argelliès, Montpellier.

PERSONAGENS RECICLADAS.
Fio, papel, cartão, jóias, Hélène Arnal recicla no seu atelier de Lansargues, perto de Montpellier, todos os materiais que lhe surgem àfrente. Ela inventa personagens que coloca em cena e nos contam uma história. Desde 1976 que expõe em
França e Itália os seus temas preferidos: a despedida, a tauramaquia, os marinheiros.. Hélène Arnal, Lansargues.

LUZ A RODOS
Tarass e Boulba, eis a síntese de uma estilista e de artista pintor. Jenny Menvielle nasceu ao norte de França em 1969. Erwin van den Arend é holandês e nasceu nove mais cedo. Em 1994, decidiram instalar o seu atelier em Montpellier, concentrando a sua criação no domínio da iluminação. Quer seja lúdico, colorido, barroco, escultural ou primitivo, cada objecto foi realizado artesanalmente.Distribuído por Intramuros, Montpellier. ODOR A SANTIDADE
No séc. XIV, Montpellier era a cidade dos perfumes. Em 1980, o gosto pelas fragâncias foi renascida por um casal: um acrobata e uma ceramista. Desta união nasceu um atelier de perfumes para a casa. Esteban representa hoje em dia seis colecções de produtos de armas frescos e coloridos. Esteban, Laverune.

FORMAS E CORES.
Grafista até à alma, Catherine Vollhardt sente-se fascinada pelos contornos dos objectos que ela cria: tamburetes, mesas, candeeiros cheios de vida, enquanto que as cores vivas reinam até na decoração de sua casa. Esta diplomada da Escola de Arts Déco de Nice desenha também muitos anúncios e realiza joalharia.

Legendas:
– Quando em 1832, Jean de Minnan, Tesoureiro Geral de França se instalou na sua mansão, mandou construir uma sumptuosa escadaria à medida do seu estatuto social.
– Ornamentando o cimo dos imóveis que rodeiam a praça du Nombre d’Ordans no bairro Antigone, as cornijas de abertos e fechados permitem à arquitectura animar-se sob o sol quase sempre presente.
– Ornamentando o cimo dos imóveis que rodeiam a praça du Nombre d’0rdans no bairro Antigone, as cornijas de abertos efechados permitem à arquitectura animar-se sob o sol quase sempre presente.
– Na praça de Ia Comédie designada pelo «ovo», reina o teatro que hoje em dia propõe espectáculos variados e de grande qualidade.
– Reflectindo-se na água de um pequeno lago, o aqueduto do jardim de Peyrou exibe as suas colunas esculpidas ao olhar surpreso dos visitantes.
– Na extremidade do novo bairro de Antigone, o hotel em pedra e vidro bordeja o Lez com a sua arquitectura futurista.
– Um instante de repouso à sombra das árvores da praça de Canourgue, ao mesmo tempo que se disfruta da magnífica vista sobre a catedral e dos diferentes tons rosa dos telhados em telha que a rodeiam.
– Sobretudo nas construções antigas do séc. XVIII somos acolhidos por uma máscara esculpida no cimo das pesadas portas de calcário claro e mole.
– As ruelas estreitas e inclinadas do Vieux Montpellier são bordejadas de pequenos edifícios particularmente bem remodelados. Encontram-se aqui lojas de roupa, casas de decoração, pequenos cafés ou restaurantes cheios de charme.
– Reino dos cafés e dos bons momentos passados à sombra dos plátanos, a praça du Champ de Mars é um dos locais mais freqüentados pelos numerosos estudantes da cidade.
– A catedral Saint-Pierre, com o seu pórtico munumental construído no séc. XIV resistiu às numerosas guerras religiosas que abalaram a cidade.
– Seráo como uma nuvem no «Le Cercle des Anges», 3, rue Collet, restaurante de paredes pintadas de cores leves. Que boa idéia vir abrigar-se sob as imponentes abóbadas em pedra desta antiga mansão particular do séc. XVII.
– Há que passar pelas colunas do hotel Saint-Cõme para se chegar ao antigo Teatro de Anatomia que pertence hoje à Câmara de Comércio.
– O novo bairro Antigone enriqueceu a cidade com um conjunto arquitectural de inspiração clássica, onde escritórios, apartamentos e lojas se conjugam em perfeita harmonia. Bravo ao arquitecto Ricardo.

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sábado, outubro 13th, 2012 | Author:

Resiste ao tempo por muito mais tempo.

A Coral convoca o vento, a chuva e o sol por testemunhas. E lança um desafio uo tempo: Coralplus 100% Acrílico. Tinta látex à base de resinas acrílicas, com resistência a durabilidade muito superior à do látex comum. Coralplus 100% Acrílico é lavável, resiste melhor à alcalinidade, à maresia e às intempéries. Seu poder de cobertura e alastramento é sensivelmente maior.
Suas cores semi-brilhantes e foscas são um requinte que o tempo não consegue apagar. Use Coralplus 100% Acrílico. Um desafio igual a este vale a pena você estampar nas paredes de sua casa.

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domingo, setembro 04th, 2011 | Author:

Construção de casas em pedra e madeira

PEDRA E MADEIRA na fachada prenunciam uma edificação despretensiosa. As aberturas das janelas (rasgos verticais) acompanham o movimento do eucalipto, compondo um brise. Vista pelo ângulo do detalhe, a casa parece ter fundo infinito.

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quarta-feira, maio 26th, 2010 | Author:

Fachada minimalista

Fachada minimalista.
Tínhamos na mão um sobradinho caindo aos pedaços”, diz Kogan. “Optamos por uma viagem a texturas e o domínio do branco. O projeto reflete nossa obsessão com a pesquisa.

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quinta-feira, maio 20th, 2010 | Author:

Decoração de exteriores de casas

Decoração de exteriores de casas, acima, vista externa da residência: volume e texturas em branco fazem ressaltar a aarquitetura limpa Abaixo, entrada principal. O piso de pedriscos miúdos, rústico e o alumínio texturizado do portão de entrada.

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segunda-feira, maio 03rd, 2010 | Author:

Casa e jardim decoração

Casa e jardim decoração.
As formas abstratas e cores vibrantes abriram caminho para que seus jardins fossem comentados além das fronteiras tupiniquins. Dentro desta estética, Burle Marx desenhou uma cena tropicalista, incluindo plantas nativas nunca antes utilizadas. Sua curiosidade com a flora regional levou-o às expedições, descobrindo novas mudas para acentuar a verdadeira característica desta gente brasileira. Com conhecimento do material vegetal, ele nos tirou do cenário monótono para nos guiar entre a harmonia e a leveza das formas curvilíneas.

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