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segunda-feira, agosto 19th, 2013 | Author:

Bricolage e decoração

Bricolagem.
“Gostaria de receber dicas de estantes e prateleiras para o’meu quarto, fáceis de fazer. O ambiente é de madeira e tenho um roupeiro na cor marfim. Gostaria de, eu mesma, criar um cantinho a-conchegante para os estudos e que, ao mesmo tempo, combine com o que possuo. Os móveis estão muito caros. Penso em fazer um modelo em L, assim posso aproveitar o cantinho do dormitório. Se puderem, me indiquem modelos, técnicas e o material a ser usado e que não seja muito caro.
Obrigada”

Já que você mesma quer realizar o serviço, o ideal é trabalhar com madeira. A Tramontina, Carlos Barbosa, RS, dispõe de painéis de até 3 m de comprimento, 1,20 m de largura e 18 ou 19 mm de espessura. O produto pode ser encontrado em várias medidas. Se quiser um tamanho diferente dos oferecidos, peça para um marceneiro cortá-lo. Segundo Evandro Zibetti, do departamento comercial da empresa, os painéis vêm em madeira lixada. Assim, é só pintá-los na cor desejada. Ele indica as tintas da marca Sayerlack. Para fazer uma bancada de estudos, 60 cm de largura são suficientes, inclusive para colocar um computador. O comprimento vai depender da metragem do quarto. Para prender o conjunto, use mãos-francesas ou uma base. No seu Estado, os painéis estão à venda na loja Formilâminas.

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segunda-feira, julho 22nd, 2013 | Author:

Casa de tijolinho

TOM IRREVERENTE INOVA O USO DO TIJOLINHO À VISTA.

Reunir concepções distintas trata-se de casa de arquitetos, numa proposta que sintetizasse toda reflexão sobre arquitetura. A partir dessas premissas, o projeto de 320 m2, urbano, consegue fugir à regra da máxima ‘ ’em casa de ferreiro. Aqui, o lote de pequeno aclive e com 456 m2 foi usado com critério, abrigando três pavimentes. A idéia dos proprietários era a de uma arquitetura contemporânea, mais próxima do pós-moderno. Deveria transmitir aconchego e, ao mesmo tempo, lembrar o aspecto artesanal das olarias. Por isso, a fachada feita com tijolo à vista reforça o permanente fazer. Mosaicos delimitam os pavimentes e emolduram as aberturas. Metal e madeira se alternam nas esquadrias e guarda-corpos, muitos com desenho do autor. O resultado é uma visão eclética e bem-humorada da arquitetura urbana.

Formas lúdicas a torre lembra a cabeça de uma carranca e o uso bem-humorado do tijolo à vista valorizam a fachada da casa urbana.

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domingo, junho 02nd, 2013 | Author:

ORIENTAÇÃO.

TERRENOS IRREGULARES:
CRIATIVIDADE ACIMA DE TUDO.
O aproveitamento de um lote irregular ou acidentado depende,basicamente da concepção.

ANTES DE CONSTRUIR, o primeiro passo é a busca de um terreno que reúna condições adequadas para a implantação de um belo projeto. Porém, nem sempre é possível achar um lote plano e retangular. Dependendo da localização desejada e dos custos, muitas vezes a única alternativa é um local irregular com formas fora do convencional, como triangular e/ou acidentado. Apesar de custarem menos que os terrenos ideais,-muitos projetos dispostos nesses tipos de área necessitam de estruturas de contenção de terra, como muros de arrimo, encarecendo a obra.

TIPO DE FUNDAÇÃO.
Em qualquer tipo de terreno, é muito importante a sondagem geológica do subsolo. Empresas especializadas perfuram pelo menos três pontos do solo em cerca de 10 m de profundidade para determinar a sua resistência. Essa amostragem define, portanto, o tipo de fundação que deverá ser utilizado. Dessa maneira, eliminam-se os inconvenientes de infiltrações, rachaduras, erosões e até desabamentos causados pela falta de um alicerce apropriado para sustentar a casa.
Se o solo encontrado for arenoso, a alternativa são as sapatas, uma espécie de fundação de base larga. No caso de camadas de terra orgânica, há a necessidade de estacas profundas de concreto armado, que podem ser pré-moldadas ou, então, feitas através de fôrmas no próprio canteiro.
Quando a construção ocorrer em terrenos pedregosos, aproveite as grandes rochas para criar resultados diferentes. As pedras terão que ser perfuradas por brocas e preenchidas por concreto como se fossem estacas moldadas in loco, para escorar a obra.
O terreno composto por aterro pode tomar inviável uma construção, pois nesse solo o alicerce não a suporta com eficácia. Estruturas pré-moldadas em concreto armado, dependendo do caso, solucionam a dificuldade.

Lotes pantanosos obrigam sempre a procura por solos firmes. O mais clássico exemplo de obra sobre esse tipo de superfície são as casas sobre palafitas. A madeira é substituída por concreto pré-moldado na arquitetura moderna.
Além do tipo de solo, a pesquisa geológica pode detectar a presença de lençol freático, quando surge a necessidade de se adotar um sistema de drenagem. Se a presença de água é superficial, instale canaletas de condução para a rede pública. Se for subterrânea, recorra a um projeto mais complexo: várias camadas de materiais com graus diferentes de permeabilidade sob a terra para que a água escoe, deixando o terreno seco e firme para receber as fundações.

ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO DE TERRA.
Se o terreno adquirido tiver a topografia acidentada ou formato irregular, em geral exigirá gastos com cortes e aterros que devem ser o mínimo possível, criação de taludes, instalação de pilares de sustentação etc. recursos que facilitam a adaptação do terreno ao projeto arquitetônico. Aclives ou declives exigem, na maioria das vezes a não ser que se construa sobre pilotis, movimento de terra, por menor que seja. Deve-se cuidar, portanto, para que isso não provoque erosão no futuro.
Nesse tipo de obra, geralmente recorre-se ao muro de arrimo para escorar a terra. Podem ser feitos de alvenaria mista, para excluir a necessidade de uma cortina de concreto.
Para impedir problemas posteriores, cheque as legislações específicas de zoneamento que definem recuos (frontal, lateral e de fundos) bem como a ocupação da casa com relação ao terreno.

DESAFIO À IRREGULARIDADE.
Com as leis de zoneamento em mãos, o arquiteto deverá adequar o projeto às suas necessidades e às condições topográficas do lote. Por exemplo, se o terreno é em aclive ou declive, é capaz de sustentar uma construção em dois corpos um sobrado e um térreo. Suspender a casa sobre pilares de concreto armado também é uma alternativa. Outra é erguê-la em vários blocos encaixados em platôs. Se a área além de irregular for estreita, a edificação pode ser verticalizada.
No terreno em aclive, por causa da própria força da gravidade, o escoamento de águas pluviais e esgotos, desenvolvido através de encanamentos para a rede pública, acontece com facilidade. Enquanto, no declive, instala-se uma bomba, funcionando como propulsora dos dejetos e de água para a rua. E ainda há a obrigatoriedade da presença da servidão: uma faixa junto ao muro divisório para receptar as águas servidas.
No lote em aclive, a instalação da rede hidráulica geralmente causa problemas, pois, muitas vezes, a força da água fornecida pelos serviços públicos é insuficiente para o suprimento da cai-xa-d’água. Por isso, deve ser construído um reservatório no nível do chão e ligada uma bomba para distribuir a água pela edificação.
O resultado final do projeto e sua funcionalidade dependerá principalmente da capacidade de inovar de seu arquiteto. Lotes não convencionais podem gerar construções diferentes e peculiares.

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sexta-feira, maio 31st, 2013 | Author:

TAXA E COEFICIENTE DE OCUPAÇÃO.
Saber matemática e ter uma noção espacial são fundamentais quando as cláusulas contratuais ou o Código de Edificações falam em taxas de ocupação e coeficientes de aproveitamento. A taxa de ocupação é medida em percentuais (%) em relação à metragem quadrada do terreno. Por exemplo: se um lote possui 500 m2 e uma taxa de ocupação de %5%, a casa em si, sobre o plano do terreno (implantação), não poderá ultrapassar 125 m2 (enquanto planta baixa ou pavimento térreo; essa metragem não significa o total construído).
Se, no mesmo exemplo, o coeficiente de aproveitamento é de 0,5 (meio) lote, a área construída nunca será superior à metade dos 500 m2, ou seja, 250 m2. Assim, o lote permitirá quando muito uma casa de dois pavimentos, com 125 m2 em cada um deles. A taxa de ocupação é, portanto, a projeção aérea da casa sobre o terreno.

LOTES PROTEGIDOS POR LEIS ESPECIAIS.
Se o lote pretendido está no litoral, em região de mananciais (junto a represas ou bacias hidrográficas) ou em área de floresta nativa, as exigências legais triplicam. No caso do litoral, muitas faixas de terra são bens permanentes da Marinha Brasileira; você paga o preço de mercado do lote, paga um taxa à Marinha para ocupá-lo e precisa cumprir as exigências para sua ocupação.
Geralmente, não se constrói ao longo de uma faixa de 30 m, contados a partir da maré alta; só são permitidos equipamentos de lazer e jardins, desde que não comprometam a paisagem. Antes de fechar negócio, certifique-se, com o corretor, se possível assessorado pelo seu arquiteto, quanto às restrições impostas pela Marinha, para não ter prejuízos depois.
Em área de proteção aos mananciais, o problema está mais na taxa de ocupação e no coeficiente de aproveitamento, visando prejudicar o menos possível a vegetação nativa. Árvores centenárias não podem ser derrubadas você as conhece geral: mente pelo diâmetro do tronco, mas o arquiteto indica no levantamento planialtimétrico tais preciosidades.
Se o lote possui 1 500 m2, por exemplo, a taxa de ocupação chega, às vezes, ao patamar de 15% (são 225 m2 de casa projetados linearmente no terreno); se, no mesmo exemplo, o coeficiente de aproveitamento é de 0,1, a área construída não pode exceder um décimo dos 1 500 m2, ou 150 m2. Se o terreno é adquirido para receber uma casa de 600 m2, o comprador acaba de ser logrado por desconhecer as restrições impostas pela lei. Guardadas as proporções, os números citados são hipotéticos.
No caso das matas naturais, por maior que seja o terreno, a taxa de ocupação e o coeficiente de aproveitamento serão minúsculos, para que a casa em si não caracterize um des-matamento. Ao visitar o loteamento, verifique antes se o mesmo está em região protegida por lei especial.

ARMADILHAS DE UMA GRANDE CIDADE.
A casa “dos sonhos”, que se supõe ser a definitiva, nem sempre é possível. É comum estar tramitando nas esferas municipal, estadual ou mesmo federal projetos que visem, num futuro não muito distante, a desapropriação parcial ou total do seu sonho e, conseqüentemente, sua desvalorização, pois esse procedimento não respeita os valores de mercado.
Ao pensar em comprar um terreno urbano, confira se há, no bairro, algum projeto de porte, como uma alça viária, a duplicação de uma avenida, a construção de prédio público ou até a urbanização daquela pracinha simpática, que irá “comer” metade do seu recuo obrigatório.
Consultando o arquiteto, você saberá a classificação do lote quanto à sua localização (zona urbana ou rural), o que a legislação permite construir (é zona residencial ou comercial?) e se há projetos para transformar sua pacata rua em um barulhento corredor comercial.

ENFIM, VOCÊ COMPROU O TERRENO.
Agora que você já escapou dos prováveis problemas que envolvem a compra, chegou a hora de definir o profissional responsável pelo projeto. O custo do projeto é pessoal, embora o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) possua uma tabela de honorários que serve de parâmetro para os profissionais.
Ele projetará a casa a partir das exigências legais e deve possuir cadastro junto à respectiva prefeitura. É preferível escolher um profissional que já atue na cidade.
Uma maneira de reduzir o custo do projeto sem prejudicá-lo é você mesmo cumprir a etapa de prefeitura. Burocrática, esta fase deve ser cumprida pelo arquiteto ou pelo proprietário, ou por terceiros, com a devida procuração legal.
Os documentos exigidos são estes:
• Título de propriedade do imóvel, devidamente registrado (escritura).
• Cópia das folhas 1 e 2 da notificação/recibo do 1PTU.
• Memorial descritivo em duas vias (as papelarias dispõem de formulário padrão; o memorial especifica os materiais de acabamento).
• Peças gráficas (plantas, implantação, cortes, fachada principal, tabela de iluminação e ventilação com carimbo próprio da prefeitura).
• Levantamento planialtimétrico em duas vias (elaborado por profissional habilitado ou pelo próprio arquiteto). « Vias da taxa recolhida para o Crea, com base no valor cobrado pelo arquiteto e na metragem quadrada; sem ele a prefeitura não libera o Alvará de Construção).
• Cópia do recibo atualizado dos profissionais envolvidos e cadastrados na prefeitura.
• Cópia da carteira do Crea.
• Comprovante de pagamento das taxas e emolumentos exigidos pela prefeitura (varia de cidade para cidade) referentes ao andamento do processo a ser instaurado.
Caso o setor municipal responsável pela liberação do Alvará de Construção encontre alguma irregularidade, emitirá um Comunique-se, ou seja, um comunicado oficial do problema encontrado e um prazo para que este seja sanado; se você estiver cumprindo a etapa burocrática, fique atento aos prazos do Comunique-se, para que o arquiteto resolva a pendência em tempo hábil.

UM CANTEIRO DENTRO DA LEI.
Organizar o canteiro para minimizar gastos e obedecer um rígido cronograma de obras não são suficientes para garantir a conclusão da tão sonhada casa. As prefeituras, via de regra, exigem que o canteiro seja cercado por tapumes, dão um prazo para seu cumprimento e cobram uma taxa para sua execução (embutida nos comprovantes exigidos antes da aprovação do projeto).
Todos os profissionais (à exceção dos autônomos) precisam ser registrados de acordo com as normas no Ministério do Trabalho, pagando a Guia de Recolhimento da Previdência Social. Em um quadro de avisos, em local visível, estarão os nomes dos empregados, horários de entrada e saída e horário de funcionamento da obra.
No barracão do administrador ou empreiteiro, ficará uma cópia da planta aprovada, o Alvará de Construção e um banheiro, mesmo que os empregados não durmam no alojamento. A obra ainda deverá ter ligação de água e luz e a placa do responsável técnico em lugar visível: se um fiscal do Crea não a localizar, pode multar o profissional com base em lei federal.
Dependendo da situação do terreno, são estipulados horários para carga e descarga da entrega do material de construção aos bota-foras de terra. Como a legislação é específica demais, do bairro à cidade, é preferível não citar tais normas. Vale lembrar que há horários usados a favor da vizinhança, para não incomodá-los.

A TEMIDA FISCALIZAÇÃO.
A fiscalização de obras, na verdade, não existe para aterrorizar os proprietários, mas impedir que a legislação não seja ferida. Quando o fiscal encontra algum tipo de irregularidade a construção não confere com a planta aprovada, foram feitas alterações gritantes no projeto original, há desrespeito às leis trabalhistas, trata-se de obra clandestina , deve emitir uma Notificação ao proprietário ou arquiteto responsável pela obra.
A exemplo do Comunique-se, a Notificação não é penalidade em si, mas um documento legal, com prazo para que proprietário ou arquiteto apresentem a solução do problema. Quando a irregularidade é muito grave  pondo em risco a integridade física dos pedestres ou casas vizinhas ou sendo obra clandestina , o fiscal tem poderes para embargar (parar) a obra.
Uma vez embargada, você tem um prazo para regularizar (ou justificar a irregularidade) o que gerou o embargo, pagando uma taxa correspondente às adotadas na religação de água ou luz quando interrompidas por falta de pagamento.
Concluída a obra, visitados os gui-chês que comandam alguns dos aspectos legais da construção, você tem direito ao mais almejado dos documentos: o Habite-se. Sem ele, você não ocupa o imóvel. Com ele, acaba a interferência municipal sobre a casa que você tanto sonhou possuir.

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quarta-feira, maio 29th, 2013 | Author:

LEGISLAÇÃO.

Da escolha do terreno ao término da casa, conheça os aspectos legais que envolvem uma construção, evitando aborrecimentos futuros.

ATOS que podem ser feitos por impulso, como comprar roupas e objetos ou comer. Na construção de uma casa. vários aspectos devem ser considerados, principalmente os de caráter legal. Eles têm início já na escolha do lote há terrenos com limitações severas quanto à sua ocupação, outros que impedem o uso de muros etc. passando pela obrigatoriedade de tapumes, quadro de aviso na obra, aprovação de planta pagamento de taxas, vistoria…
Como a legislação é ampla e varia de cidade para cidade, o mais acertado é confiar as principais decisões ao arquiteto; ele já conhece os trâmites legais e pode ajudá-lo a elaborar um cronograma da obra. Caso o terreno ainda não tenha sido adquirido, a consultoria poderá incluir esta etapa, evitando futuros problemas.

CLÁUSULAS CONTRATUAIS.
Antes tle bater o martelo, peça ao corretor uma copia das cláusulas contratuais do loteamento. Geralmente, elas chegam a ser mais severas que o Código de Edificações do município. Criadas pelo incorporador do loteamento, são comuns nos condomínios fechados e procuram uniformizar ou padronizar o futuro bairro.
As cláusulas contratuais podem definir, por exemplo, o número de pavimentes, a taxa e o coeficiente de ocupação, a proibição de muros, a exigência de áreas gramadas comuns dividindo os lotes, a proibição de veículos junto às casas ou a adoção de recuos bem maiores que os previstos em lei. Enfim, são elaboradas por paisagistas para que o condomínio tenha personalidade própria.

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quinta-feira, maio 23rd, 2013 | Author:

1. O pinho tem baixa densidade e resistéhçia, mas é amplamente usado na composição de lambris. Tem cor clara com variação de tonalidade Uma opção dá Mennochi.

2. Encontrada na Alvarez,- . a bicuiba é uma espécie decorativa de cor castanha e veios avermelhados. Nativa do sul da Bahia, cria bonitos efeitos em portas, divisórias e lambris.

3. Muito semelhante ao mogno, a andiroba é um tipo de madeira bastante escasso. Assim, é indicada para peças menores, como portas, lambris e batentes. Uma sugestão da’ Prísunic

4. Abundante, o mogno tocantins tem poros abertos e um bonito tom de vermelho. Encontrado na Madeiras Morumbi, que o recomenda parabatentes, portas e ate assoalhos.

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terça-feira, maio 21st, 2013 | Author:

1. São as grandes manchas calcifiçadas na arvore que dão o nome de angelim-pedra a esta madeira de cor clara, com veios bem demarcados e contrastantes. Disponível na Recoma.

2. Macia, de cor castanho-clara e com veios bastante acentuados, a cerejeira tem aroma agradavel ideal para móveis, portas, janelas etc. Amostra da foto cedida pela Magel.

3: A Felgueipás tem â disposição do mercado a madeira pequiá, fibrosa e de alta resistência. Ela e originária do norte do Para e usada para vigamentos.

4. Aplicada em portas, janelas e esquadrias, a imbuia ao natural ou envernizada valoriza qualquer arnbiente. Ela é extraída na região Sul e encontrada no o Velhão.

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domingo, maio 19th, 2013 | Author:

1. Nobre e de elegante cor clara, o freijó apresenta veios contrastantes e uma grande resistência. Por ser leve, é indicado para portas, lambris e janelas. Disponível na-Magel.

2. À venda no O Velhão, o pinho-de-riga é nobre, raro e talvez seja a mais bonita madeira que a natureza nos oferece Para móveis e portas, ao natural ou envernizado.

3. Poros fechados e veios 4eves conferem resistência e elegância ao marfim, disponível na Felgueiras. É perfeito em pisos e lambris, sob a formade tacos ou tábuas.

4. A grande resistência mecânica da tatajuba a faz ideal para vigas; estruturas, assoalhos, batentes etc. Tem cor castanha e veios fortes; à venda no Lajoteird.

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domingo, abril 21st, 2013 | Author:

APAGUE TUDO O QUE VOCÊ JÁ VIU.

Interruptores linha forma para quem é ligado nos mínimos detalhes.

A maior linha de interruptores e comandos elétricos coloridos. Treze cores, onze funções tradicionais e doze funções diferenciadas, das quais seis são exclusivas. Conheça a Linha Forma num revendedor BTicino.

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sexta-feira, abril 19th, 2013 | Author:

Video ensina a fazer pequenos reparos.

Se você já enfrentou problemas com a válvula de descarga, precisou de uma extensão na sala ou quis repintar uma porta, certamente deparou com algumas dificuldades. Para ajudá-lo a fazer esses pequenos reparos domésticos, a Abemfa — Associação Brasileira de Desenvolvimento Mercadológico do “Faça Você Mesmo” — acaba de lançar a primeira fita de vídeo da série Faça Você Mesmo, que numa linguagem simples e direta apresenta .

problemas comuns e suas soluções, com dicas preciosas para chegar aos melhores resultados e de como manusear as ferramentas. A fita pode ser encontrada em cerca de 400 locadoras conveniadas em São Paulo e na Grande São Paulo. A Abemfa congrega 26 empresas do setor da construção civil e pretende lançar novas fitas a cada dois meses, sempre com temas escolhidos pelos próprios interessados.

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