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quinta-feira, novembro 04th, 2010 | Author:

Moveis de madeira usados

O verdadeiro armário de La Rochelle revela também um estilo ainda muito Louis XIII ainda que anunciando já o estilo Louis XIV, Todo em mogno maciço (mas também em madeira de limoeiro), o armário de La Rochelle é alto, imponente, com uma cornija volumosa, módulos opulentos e simétricos e uma ampla base com uma gaveta entre dois entablamentos, também eles, exagerados e marcados com belas molduras tal como a cornija. De notar que entre a parte superior e a parte inferior, ambas importantes, a parte estritamente armário, com duas portas unidas e lisas como espelhos (ver armário de Saint-Malo) não representa mais do que dois-terços da altura total. Pelo contrário, os acessórios metálicos, em ferro, são discretos. Duas fechaduras e na gaveta dois puxadores pendentes batendo em placas de abertos e fechados e algo recortadas. Este armário de cidade portuária, dos inícios do séc. XVIII serviu de modelo aos armários rústicos, mais tardios e em madeira da região – cerejeira na sua maior parte – e que se podem encontrar em Aunis e Saintonge, províncias próximas de La Rochelle.

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quarta-feira, novembro 03rd, 2010 | Author:

Meus moveis de madeira

QUANDO A MADEIRA SE TORNA MEDICINAL.
O mais espantoso era o pau-santo, madeira sagrada pela sua resina que possuía virtudes milagrosas, em particular, na cura de doenças venérias. De uma grande dureza, era excelente para os torneados, Além disso, conservava-se bem dentro de água, ou melhor, «autolubrifica-se» espontaneamente, o que a torna impermeável. Atendendo porém ao inconveniente de crescer muito lentamente, apenas se produziam pequenos objectos nesta madeira. Milagre: os mestres marceneiros de La Rochelle souberam produzir em pau-santo algumas peças muito procuradas, como cômodas, consolas e, sobretudo, cadeiras e mesas de estilo Louis XIII com pés torneados.

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terça-feira, novembro 02nd, 2010 | Author:

Moveis antigos de madeira

Preciosa variedade de mogno, originária da Guiana ou do brasil, o amaranto, de um tom púrpura aveludado, é uma árvore fina, cujo tronco pouco espesso não se presta muito bem ao mobiliário maciço. Serve sobretudo para embutidos ou placagens. Todavia, o Museu do Novo Mundo conserva uma pequena e delicada cómodaem amaranto maciço. A pouca espessura desta árvore exótica explica a delicadeza das estruturas do móvel, bem como as suas dimensões reduzidas. Porém, La Rochelle soube utilizar de forma mais tradicional o amaranto, lançando um tipo particular de armário, não muito grande, mas deveras estranho pelas suas duas cores, com a estrutura púrpura do amaranto e os painéis em madeira amarela de limoeiro. Directamente do seu porto até à Luisiana, La Rochelle praticou o comércio em perfeita linha recta. Mas, neste trajecto, os seus navios faziam escala na Jamaica, Bahamas, Bermudas, na Flórida, onde carregavam uma madeira abundante, maleável e dura simultaneamente, sem nós e de cor amarela, designada por madeira de limoeiro (pela sua cor amarelo claro como o limào). Esta madeira, que servia para arrumar a carga no navio, era, no regresso, utilizada para fazer móveis. Mais móveis antigos veia decoração interiores.

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segunda-feira, novembro 01st, 2010 | Author:

Moveis rusticos de madeira

O MOBILIÁRIO DA REGIÃO DE LA ROCHELLE COLORIDO E CHEIO DE FANTASIA.
Combinando madeiras raras, como o limoeiro, o amaranto e o pau-santo (hoje em dia desaparecido) o móvel de La Rochelle mistura as cores púrpura e amarelo realçadas a preto, tornando-o um dos mais alegres e espantosos mobiliário de França,
Como todos os portos franceses, La Rochelle recebia mogno, madeira clássica dos móveis portuários, mas distinguiu-se pelo uso de outras madeiras exóticas. Para começar, La Rochelle não se contentou com um único tipo de mogno, o mais conhecido, o vermelho, mas legou-nos belas peças em mogno claro e, mais espantoso ainda, em amaranto, em madeira de limoeiro e, por fim, em pau-santo, o que representa uma bela performance em marcenaria.

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quarta-feira, setembro 22nd, 2010 | Author:

Mobiliário antiguo

O valor do mobiliário do século 20 anda nas alturas. Na última venda da Solhebys, em New York, uma cadeira desenhada por Alexandre Noll atingiu US$ 600 mil, como a senhora explica esse fenômeno?
Esse é um problema de mercado. Existe algo de paradoxal sobre essas coleções. Há pouco tempo, um colecionador de arte tinha uma cadeira Luís XVI e uma tela surrealista de Dali em sua parede. Um belo e verdadeiro contraste. Os colecionadores modernos estão decorando suas casas com peças de uma mesma época e que correspondem a seu tempo. São móveis mais baratos, que emprestam status ao ambiente e acabou sendo divertido poder comprar uma cadeira de Jean Prouve por US$ 2.500, um preço que não se consegue por uma boa fotografia. Eu, por exemplo, prefiro viver com peças aluais cm minha casa.

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quarta-feira, setembro 15th, 2010 | Author:

Cadeiras antigas de madeira

Cadeira anos 30, francesa. R$ 1.900, Juliana Benfatti. Bom gosto é usar cadeiras soltas nos ambientes, sem compromisso com o estilo dos mesmos. Ao redor de uma mesa, se optar por modelos diferentes, leve em conta a altura do es-paldar e do assento, além do espaço gue cada uma ocupa.

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quinta-feira, setembro 02nd, 2010 | Author:

moveis antigos de madeira

Identifico-me muito com antiquariato porque cresci no meio dele.
Os mais raros exemplares de móveis e objetos chegam a todo o momento na Passado Composto.
• Par de tapeçarias Aubusson Napoleão III. Florais de um colorido deslumbrante, exemplo da alegre fusão de estilos da época.
• Esculturas de mármore, terracota e ferro a partir do ano de 1820 fazem parte da recente exposição Império e Mito, com curadoria de Graça Bueno.
• Lustres de cristal de rocha exclusivos e sob medida criados por Cida Santana, a matriarca da Passado Composto.

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quinta-feira, julho 29th, 2010 | Author:

Comoda de madeira e couro

Madame Journel.
Francesa de nascimento e carioca de coração, Madame Journel criou móveis e objetos de latão e couro para a sociedade carioca que vivia estampada em jornal nos anos 50 e 60.
Comoda de madeira e couro, Madame Journel, Rio de Janeiro, anos 50.’ Vaso tulipa, Antiquário Schultz & Boldrini. Biombo, bolas de cristal, Ana Luizá Wawelberg. Óleo sobre tela. ‘D. Sarah Kubitschek, anos 50,-artista Carlos Bianco, lanternas, de látão. Estúdio Jacarandá

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segunda-feira, abril 05th, 2010 | Author:

Moveis antigo

Moveis antigo. Kagan não é mais fabricante, mas é representado hoje pela badalada marca internacional de design Ralph Pucci, que trabalha só com meia dúzia de designers cult, como Andrée Putman, Jerome Abel Seguin e Chris Lerecke.
Está em todos os lugares e, apesar de sua idade, viajou oito vezes a trabalho no ano passado por todo o mundo. A tradicional loja Gucci da 5a Avenida, em Nova York, recém-atualizada por Tom Ford, foi mobiliada por ele.

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domingo, abril 04th, 2010 | Author:

Moveis antigos

É incrível moveis antigos! O melhor sofá ameba dos anos 50 foi desenhado por ele, assim como uma das melhores chaise-longues, mesas, cadeiras e todo o tipo de mobiliário. A ilha de sentar (junção de um sofá com chaise-longue em L), tão na moda entre os italianos mais modernos e minimalistas hoje, foi inventada por ele nos anos 50. Vladimir Kagan foi como o marquês Emílio Pucci e o miianês Piero Fornasetti, que viveram o suficiente para assistir ao revival de seus estilos únicos, sendo festejados pelos stylists e copiados descaradamente por modernos, aqui e lá fora.

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