sexta-feira, agosto 02nd, 2013 | Author:

Objetos divertidos

Pura diversão.

“Aqui é para quem quer dar um presente sem data marcada”. Assim Fábio Barreto define o conceito de sua loja, a Agá Presentes. São objetos divertidos, sendo que a maioria tem preços bem acessíveis. Há desde isqueiros e luvas iguais às do Mickey a esta balança italiana, que custa R$ 195,00*.

Compartilhe no:
  • Orkut
quarta-feira, julho 31st, 2013 | Author:

álbum para fotos

O hábito de ir a um estúdio fotográfico para clicar os filhos quase desapareceu. Mas a fotógrafa Lúcia resgatou o conceito. Nas sessões de fotos, usa tecidos de fundo estampados e vibrantes, que também revestem o álbum. Este pode trazer oito fotografias de uma mesma criança ou 12 de duas, e custa, respectivamente, RS 250,00* e RS 350,00*.

Compartilhe no:
  • Orkut
domingo, julho 28th, 2013 | Author:

Ideias para reforma de casas

AMPLIANDO, COM CRIATIVIDADE, OS 78 M2 DE ÁREA.

O que você faria se precisasse abandonar a casa-navio para habitar um caiaque? Foi mais ou menos essa a sensação que a proprietária do sobradinho teve ao se vir transferida de 300 m2 para 78 m2, do interior de São Paulo para a cidade. Para completar, as economias foram subtraídas já na rodoviária. Para resolver o problema de espaço acomodando casal e uma filha em tempo recorde e não comprometer o orçamento, os arquitetos optaram por uma reforma moldada na versatilidade. No térreo, concentram-se as áreas social e de serviço. No superior, o aconchego do íntimo. Para a casa crescer até os atuais 159 m2, foram previstos novos ambientes, a edícula transformada em escritório, com acesso pelo pátio agora coberto e o estar, com nova entrada social, permitiu a criação da bay-window modernizando a proposta e da lareira, num toque vital para que os ocupantes se sintam à vontade.

Compartilhe no:
  • Orkut
sexta-feira, julho 26th, 2013 | Author:

projeto de casas

O salão de jogos e ateliê ocupa o vão central do segundo pavimento; nas quatro extremidades, surgem sótãos transformados em depósitos.

Na ala íntima, o bloco de escada auxilia na distribuição: ladeado pelos quartos dos filhos, tem à frente a suíte completa, com estar e varanda.

Voltando a ala social para os fundos, foi possível dar privacidade ao escritório, à esquerda da entrada. Note o superespaço destinado ao serviço.

Em metal, a cobertura da garagem (b esquerda) se destaca na fachada de tijolo aparente; assimétrica, a caixilharia tem desenho do arquiteto.

Este corte transversal, visto a partir dos fundos, evidencia a evolução da escada e o grande caixilho, responsável pela iluminação do segundo piso.

O corte mostra a implantação a partir do perfil do terreno, em aclive. O serviço se concentra à frente; no último nível, salão de jogos e sótãos.

Compartilhe no:
  • Orkut
quarta-feira, julho 24th, 2013 | Author:

Casa de tijolo a vista

Usando uma linguagem antro-pomórfica onde há um claro jogo entre figuras humanas e as fachadas e dosando humor na composição do tijolo aparente, o arquiteto transpôs para sua própria casa um jogo lúdico. Não faltam carrancas sugeridas pelas esqua-drias centrais e um tom rosado nas juntas entre as peças, graças à mistura de saibro à argamassa de assentamento.

Ao programa eclético, acrescente as características da família: o casal (de arquitetos) possui dois filhos em idade escolar, costuma receber com freqüência, quer explorar espaços para o lazer e dispor de dois ambientes de trabalho, um escritório e um ateliê. A solução foi criar três pavimentes, totalizando 320 m2.

No térreo estão dependências de empregada, lavanderia, cozinha ligada à copa através de passa-pratos e lavabo (à direita). No lado oposto estão escritório, volume da escada; aos fundos, estar e jantar, voltados para varanda com churrasqueira.
A suíte completa do casal e os quartos dos filhos, que dividem banheiro comum, situam-se no piso acima. No segundo pavimento, o jogo de coberturas favorece espaço para salão de jogos e ateliê, com banheiro de apoio. Quatro sótãos completam este nível e são utilizados como depósito.

Esquadrias de metal e madeira (desenhadas pelo arquiteto), estrutura metálica sobre a garagem e o trabalho executado com o tijolo aparente entre os pavimentos e na moldura das aberturas acentuam o humor desta proposta. Internamente, materiais práticos como o granilite (áreas molhadas), ipê (social e íntimo) e pintura látex branco (paredes) contemplam o fator economia.

Compartilhe no:
  • Orkut
segunda-feira, julho 22nd, 2013 | Author:

Casa de tijolinho

TOM IRREVERENTE INOVA O USO DO TIJOLINHO À VISTA.

Reunir concepções distintas trata-se de casa de arquitetos, numa proposta que sintetizasse toda reflexão sobre arquitetura. A partir dessas premissas, o projeto de 320 m2, urbano, consegue fugir à regra da máxima ‘ ’em casa de ferreiro. Aqui, o lote de pequeno aclive e com 456 m2 foi usado com critério, abrigando três pavimentes. A idéia dos proprietários era a de uma arquitetura contemporânea, mais próxima do pós-moderno. Deveria transmitir aconchego e, ao mesmo tempo, lembrar o aspecto artesanal das olarias. Por isso, a fachada feita com tijolo à vista reforça o permanente fazer. Mosaicos delimitam os pavimentes e emolduram as aberturas. Metal e madeira se alternam nas esquadrias e guarda-corpos, muitos com desenho do autor. O resultado é uma visão eclética e bem-humorada da arquitetura urbana.

Formas lúdicas a torre lembra a cabeça de uma carranca e o uso bem-humorado do tijolo à vista valorizam a fachada da casa urbana.

Compartilhe no:
  • Orkut
domingo, junho 02nd, 2013 | Author:

ORIENTAÇÃO.

TERRENOS IRREGULARES:
CRIATIVIDADE ACIMA DE TUDO.
O aproveitamento de um lote irregular ou acidentado depende,basicamente da concepção.

ANTES DE CONSTRUIR, o primeiro passo é a busca de um terreno que reúna condições adequadas para a implantação de um belo projeto. Porém, nem sempre é possível achar um lote plano e retangular. Dependendo da localização desejada e dos custos, muitas vezes a única alternativa é um local irregular com formas fora do convencional, como triangular e/ou acidentado. Apesar de custarem menos que os terrenos ideais,-muitos projetos dispostos nesses tipos de área necessitam de estruturas de contenção de terra, como muros de arrimo, encarecendo a obra.

TIPO DE FUNDAÇÃO.
Em qualquer tipo de terreno, é muito importante a sondagem geológica do subsolo. Empresas especializadas perfuram pelo menos três pontos do solo em cerca de 10 m de profundidade para determinar a sua resistência. Essa amostragem define, portanto, o tipo de fundação que deverá ser utilizado. Dessa maneira, eliminam-se os inconvenientes de infiltrações, rachaduras, erosões e até desabamentos causados pela falta de um alicerce apropriado para sustentar a casa.
Se o solo encontrado for arenoso, a alternativa são as sapatas, uma espécie de fundação de base larga. No caso de camadas de terra orgânica, há a necessidade de estacas profundas de concreto armado, que podem ser pré-moldadas ou, então, feitas através de fôrmas no próprio canteiro.
Quando a construção ocorrer em terrenos pedregosos, aproveite as grandes rochas para criar resultados diferentes. As pedras terão que ser perfuradas por brocas e preenchidas por concreto como se fossem estacas moldadas in loco, para escorar a obra.
O terreno composto por aterro pode tomar inviável uma construção, pois nesse solo o alicerce não a suporta com eficácia. Estruturas pré-moldadas em concreto armado, dependendo do caso, solucionam a dificuldade.

Lotes pantanosos obrigam sempre a procura por solos firmes. O mais clássico exemplo de obra sobre esse tipo de superfície são as casas sobre palafitas. A madeira é substituída por concreto pré-moldado na arquitetura moderna.
Além do tipo de solo, a pesquisa geológica pode detectar a presença de lençol freático, quando surge a necessidade de se adotar um sistema de drenagem. Se a presença de água é superficial, instale canaletas de condução para a rede pública. Se for subterrânea, recorra a um projeto mais complexo: várias camadas de materiais com graus diferentes de permeabilidade sob a terra para que a água escoe, deixando o terreno seco e firme para receber as fundações.

ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO DE TERRA.
Se o terreno adquirido tiver a topografia acidentada ou formato irregular, em geral exigirá gastos com cortes e aterros que devem ser o mínimo possível, criação de taludes, instalação de pilares de sustentação etc. recursos que facilitam a adaptação do terreno ao projeto arquitetônico. Aclives ou declives exigem, na maioria das vezes a não ser que se construa sobre pilotis, movimento de terra, por menor que seja. Deve-se cuidar, portanto, para que isso não provoque erosão no futuro.
Nesse tipo de obra, geralmente recorre-se ao muro de arrimo para escorar a terra. Podem ser feitos de alvenaria mista, para excluir a necessidade de uma cortina de concreto.
Para impedir problemas posteriores, cheque as legislações específicas de zoneamento que definem recuos (frontal, lateral e de fundos) bem como a ocupação da casa com relação ao terreno.

DESAFIO À IRREGULARIDADE.
Com as leis de zoneamento em mãos, o arquiteto deverá adequar o projeto às suas necessidades e às condições topográficas do lote. Por exemplo, se o terreno é em aclive ou declive, é capaz de sustentar uma construção em dois corpos um sobrado e um térreo. Suspender a casa sobre pilares de concreto armado também é uma alternativa. Outra é erguê-la em vários blocos encaixados em platôs. Se a área além de irregular for estreita, a edificação pode ser verticalizada.
No terreno em aclive, por causa da própria força da gravidade, o escoamento de águas pluviais e esgotos, desenvolvido através de encanamentos para a rede pública, acontece com facilidade. Enquanto, no declive, instala-se uma bomba, funcionando como propulsora dos dejetos e de água para a rua. E ainda há a obrigatoriedade da presença da servidão: uma faixa junto ao muro divisório para receptar as águas servidas.
No lote em aclive, a instalação da rede hidráulica geralmente causa problemas, pois, muitas vezes, a força da água fornecida pelos serviços públicos é insuficiente para o suprimento da cai-xa-d’água. Por isso, deve ser construído um reservatório no nível do chão e ligada uma bomba para distribuir a água pela edificação.
O resultado final do projeto e sua funcionalidade dependerá principalmente da capacidade de inovar de seu arquiteto. Lotes não convencionais podem gerar construções diferentes e peculiares.

Compartilhe no:
  • Orkut
sexta-feira, maio 31st, 2013 | Author:

TAXA E COEFICIENTE DE OCUPAÇÃO.
Saber matemática e ter uma noção espacial são fundamentais quando as cláusulas contratuais ou o Código de Edificações falam em taxas de ocupação e coeficientes de aproveitamento. A taxa de ocupação é medida em percentuais (%) em relação à metragem quadrada do terreno. Por exemplo: se um lote possui 500 m2 e uma taxa de ocupação de %5%, a casa em si, sobre o plano do terreno (implantação), não poderá ultrapassar 125 m2 (enquanto planta baixa ou pavimento térreo; essa metragem não significa o total construído).
Se, no mesmo exemplo, o coeficiente de aproveitamento é de 0,5 (meio) lote, a área construída nunca será superior à metade dos 500 m2, ou seja, 250 m2. Assim, o lote permitirá quando muito uma casa de dois pavimentos, com 125 m2 em cada um deles. A taxa de ocupação é, portanto, a projeção aérea da casa sobre o terreno.

LOTES PROTEGIDOS POR LEIS ESPECIAIS.
Se o lote pretendido está no litoral, em região de mananciais (junto a represas ou bacias hidrográficas) ou em área de floresta nativa, as exigências legais triplicam. No caso do litoral, muitas faixas de terra são bens permanentes da Marinha Brasileira; você paga o preço de mercado do lote, paga um taxa à Marinha para ocupá-lo e precisa cumprir as exigências para sua ocupação.
Geralmente, não se constrói ao longo de uma faixa de 30 m, contados a partir da maré alta; só são permitidos equipamentos de lazer e jardins, desde que não comprometam a paisagem. Antes de fechar negócio, certifique-se, com o corretor, se possível assessorado pelo seu arquiteto, quanto às restrições impostas pela Marinha, para não ter prejuízos depois.
Em área de proteção aos mananciais, o problema está mais na taxa de ocupação e no coeficiente de aproveitamento, visando prejudicar o menos possível a vegetação nativa. Árvores centenárias não podem ser derrubadas você as conhece geral: mente pelo diâmetro do tronco, mas o arquiteto indica no levantamento planialtimétrico tais preciosidades.
Se o lote possui 1 500 m2, por exemplo, a taxa de ocupação chega, às vezes, ao patamar de 15% (são 225 m2 de casa projetados linearmente no terreno); se, no mesmo exemplo, o coeficiente de aproveitamento é de 0,1, a área construída não pode exceder um décimo dos 1 500 m2, ou 150 m2. Se o terreno é adquirido para receber uma casa de 600 m2, o comprador acaba de ser logrado por desconhecer as restrições impostas pela lei. Guardadas as proporções, os números citados são hipotéticos.
No caso das matas naturais, por maior que seja o terreno, a taxa de ocupação e o coeficiente de aproveitamento serão minúsculos, para que a casa em si não caracterize um des-matamento. Ao visitar o loteamento, verifique antes se o mesmo está em região protegida por lei especial.

ARMADILHAS DE UMA GRANDE CIDADE.
A casa “dos sonhos”, que se supõe ser a definitiva, nem sempre é possível. É comum estar tramitando nas esferas municipal, estadual ou mesmo federal projetos que visem, num futuro não muito distante, a desapropriação parcial ou total do seu sonho e, conseqüentemente, sua desvalorização, pois esse procedimento não respeita os valores de mercado.
Ao pensar em comprar um terreno urbano, confira se há, no bairro, algum projeto de porte, como uma alça viária, a duplicação de uma avenida, a construção de prédio público ou até a urbanização daquela pracinha simpática, que irá “comer” metade do seu recuo obrigatório.
Consultando o arquiteto, você saberá a classificação do lote quanto à sua localização (zona urbana ou rural), o que a legislação permite construir (é zona residencial ou comercial?) e se há projetos para transformar sua pacata rua em um barulhento corredor comercial.

ENFIM, VOCÊ COMPROU O TERRENO.
Agora que você já escapou dos prováveis problemas que envolvem a compra, chegou a hora de definir o profissional responsável pelo projeto. O custo do projeto é pessoal, embora o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) possua uma tabela de honorários que serve de parâmetro para os profissionais.
Ele projetará a casa a partir das exigências legais e deve possuir cadastro junto à respectiva prefeitura. É preferível escolher um profissional que já atue na cidade.
Uma maneira de reduzir o custo do projeto sem prejudicá-lo é você mesmo cumprir a etapa de prefeitura. Burocrática, esta fase deve ser cumprida pelo arquiteto ou pelo proprietário, ou por terceiros, com a devida procuração legal.
Os documentos exigidos são estes:
• Título de propriedade do imóvel, devidamente registrado (escritura).
• Cópia das folhas 1 e 2 da notificação/recibo do 1PTU.
• Memorial descritivo em duas vias (as papelarias dispõem de formulário padrão; o memorial especifica os materiais de acabamento).
• Peças gráficas (plantas, implantação, cortes, fachada principal, tabela de iluminação e ventilação com carimbo próprio da prefeitura).
• Levantamento planialtimétrico em duas vias (elaborado por profissional habilitado ou pelo próprio arquiteto). « Vias da taxa recolhida para o Crea, com base no valor cobrado pelo arquiteto e na metragem quadrada; sem ele a prefeitura não libera o Alvará de Construção).
• Cópia do recibo atualizado dos profissionais envolvidos e cadastrados na prefeitura.
• Cópia da carteira do Crea.
• Comprovante de pagamento das taxas e emolumentos exigidos pela prefeitura (varia de cidade para cidade) referentes ao andamento do processo a ser instaurado.
Caso o setor municipal responsável pela liberação do Alvará de Construção encontre alguma irregularidade, emitirá um Comunique-se, ou seja, um comunicado oficial do problema encontrado e um prazo para que este seja sanado; se você estiver cumprindo a etapa burocrática, fique atento aos prazos do Comunique-se, para que o arquiteto resolva a pendência em tempo hábil.

UM CANTEIRO DENTRO DA LEI.
Organizar o canteiro para minimizar gastos e obedecer um rígido cronograma de obras não são suficientes para garantir a conclusão da tão sonhada casa. As prefeituras, via de regra, exigem que o canteiro seja cercado por tapumes, dão um prazo para seu cumprimento e cobram uma taxa para sua execução (embutida nos comprovantes exigidos antes da aprovação do projeto).
Todos os profissionais (à exceção dos autônomos) precisam ser registrados de acordo com as normas no Ministério do Trabalho, pagando a Guia de Recolhimento da Previdência Social. Em um quadro de avisos, em local visível, estarão os nomes dos empregados, horários de entrada e saída e horário de funcionamento da obra.
No barracão do administrador ou empreiteiro, ficará uma cópia da planta aprovada, o Alvará de Construção e um banheiro, mesmo que os empregados não durmam no alojamento. A obra ainda deverá ter ligação de água e luz e a placa do responsável técnico em lugar visível: se um fiscal do Crea não a localizar, pode multar o profissional com base em lei federal.
Dependendo da situação do terreno, são estipulados horários para carga e descarga da entrega do material de construção aos bota-foras de terra. Como a legislação é específica demais, do bairro à cidade, é preferível não citar tais normas. Vale lembrar que há horários usados a favor da vizinhança, para não incomodá-los.

A TEMIDA FISCALIZAÇÃO.
A fiscalização de obras, na verdade, não existe para aterrorizar os proprietários, mas impedir que a legislação não seja ferida. Quando o fiscal encontra algum tipo de irregularidade a construção não confere com a planta aprovada, foram feitas alterações gritantes no projeto original, há desrespeito às leis trabalhistas, trata-se de obra clandestina , deve emitir uma Notificação ao proprietário ou arquiteto responsável pela obra.
A exemplo do Comunique-se, a Notificação não é penalidade em si, mas um documento legal, com prazo para que proprietário ou arquiteto apresentem a solução do problema. Quando a irregularidade é muito grave  pondo em risco a integridade física dos pedestres ou casas vizinhas ou sendo obra clandestina , o fiscal tem poderes para embargar (parar) a obra.
Uma vez embargada, você tem um prazo para regularizar (ou justificar a irregularidade) o que gerou o embargo, pagando uma taxa correspondente às adotadas na religação de água ou luz quando interrompidas por falta de pagamento.
Concluída a obra, visitados os gui-chês que comandam alguns dos aspectos legais da construção, você tem direito ao mais almejado dos documentos: o Habite-se. Sem ele, você não ocupa o imóvel. Com ele, acaba a interferência municipal sobre a casa que você tanto sonhou possuir.

Compartilhe no:
  • Orkut
quarta-feira, maio 29th, 2013 | Author:

LEGISLAÇÃO.

Da escolha do terreno ao término da casa, conheça os aspectos legais que envolvem uma construção, evitando aborrecimentos futuros.

ATOS que podem ser feitos por impulso, como comprar roupas e objetos ou comer. Na construção de uma casa. vários aspectos devem ser considerados, principalmente os de caráter legal. Eles têm início já na escolha do lote há terrenos com limitações severas quanto à sua ocupação, outros que impedem o uso de muros etc. passando pela obrigatoriedade de tapumes, quadro de aviso na obra, aprovação de planta pagamento de taxas, vistoria…
Como a legislação é ampla e varia de cidade para cidade, o mais acertado é confiar as principais decisões ao arquiteto; ele já conhece os trâmites legais e pode ajudá-lo a elaborar um cronograma da obra. Caso o terreno ainda não tenha sido adquirido, a consultoria poderá incluir esta etapa, evitando futuros problemas.

CLÁUSULAS CONTRATUAIS.
Antes tle bater o martelo, peça ao corretor uma copia das cláusulas contratuais do loteamento. Geralmente, elas chegam a ser mais severas que o Código de Edificações do município. Criadas pelo incorporador do loteamento, são comuns nos condomínios fechados e procuram uniformizar ou padronizar o futuro bairro.
As cláusulas contratuais podem definir, por exemplo, o número de pavimentes, a taxa e o coeficiente de ocupação, a proibição de muros, a exigência de áreas gramadas comuns dividindo os lotes, a proibição de veículos junto às casas ou a adoção de recuos bem maiores que os previstos em lei. Enfim, são elaboradas por paisagistas para que o condomínio tenha personalidade própria.

Compartilhe no:
  • Orkut
segunda-feira, maio 27th, 2013 | Author:

A Tendência E Preservar.

Em pleno ano ecológico, uma abordagem dos usos da madeira na construção civil pode até parecer uma atitude temerária. Entretanto, deixando o sectarismo de lado, podemos verificar que ela é um recurso abundante em nosso país.e, como tal, pode ser explorado, desde que em condições racionais, prevendo a reposição das espécieseaconservaçãodasflorestas.
Segundo João Peres Chimelo, chefe do agrupamento de Propriedades Básicas da Madeira, da Divisão de Produtos Florestais, Têxteis e Couros, do IPT  Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo, o corte madeireiro para a construção civil é avaliado em cerca de 20% do total extraído; portanto, não pode ser considerado devastador.

Os outros 80% dividem-se entre os setores de celulose, mobiliário, pecuário e o comércio exportador. Enquanto a indústria moveleira consome menos de 20% do total e a indústria de papel trabalha basicamente com madeiras de reflorestamento, os demais ramos de atividade apresentam uma atuação predatória ao meio ambiente. Por exemplo, a criação extensiva de gado, que promove grandes derrubadas e queimadas para a abertura de pastos ou os exportadores de madeira, que abatem outras espécies para a retirada daquelas encomendadas pelos compradores internacionais, como os Estados Unidos e o Japão. Essas atividades geram prejuízo de algumas dezenas de bilhões de dólares ao Brasil a cada ano, já que boa parte da madeira derrubada desnecessariamente é queimada  para servir como carvão ou limpar os espaços ou simplesmente apodrece no local onde cai.

É verdade também que nem toda a indústria níadeireira se conscientizou da necessidade do replantio. Enquanto o criador de gado sabe que não pode sacrificar suas matrizes reprodutoras, uma parte considerável dos madeireiros não acredita na esgotabilidade da floresta. Isso se deve à falta de preparo técnico da indústria da madeira no Brasil, na maioria, pequenos ou médios grupos alheios às tecnologias construtivas e sem know-how para o manuseio do meio ambiente.

A falta de tais qualidades na extração madeireira gera o desequilíbrio. Mas o mesmo não acontece em países como a Finlândia, onde mais de 70% das novas construções são erguidas em madeira e, mesmo assim, ainda é dona de uma das maiores florestas do mundo, proporcionalmente ao território nacional. A diferença está no reflorestamento: enquanto lá tudo que é retirado da natureza é reposto, aqui, o replantio é feito apenas para uso imediato, com árvores de crescimento rápido e que não produzem as melhores madeiras em termos de qualidade. As chamadas madeiras de lei, por enquanto, só são replan-tadas por órgãos governamentais que trabalham com reservas biológicas, e raramente pela iniciativa privada. Entretanto, seguindo o ritmo da consciência ecológica que cresce a cada dia, os especialistas acreditam na reversão dessa realidade.

Sob o aspecto ecológico, a madeira é uma fonte limpa de riquezas, pois sua extração não requer derivados de petróleo e nem a escavação do solo, como no caso da areia, da pedra e de outros recursos minerais. Além disso, ela é renovável, bastando uma atuação direta da homem nesse sentido. Aqui, a legislação é positiva: de acordo com o Iba-ma Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis , só pode explorar a madeira aquele que apresentar (e cumDrir) um plano de manejo sustentável da floresta  repondo mais do que se tira , o que pode significar uma luz no fim do túnel e apontar uma tendência à preservação ambiental no Brasil, sem prejuízo ao desenvolvimento.

Compartilhe no:
  • Orkut